As fissuras labiopalatinas são um desafio à medicina. Estima-se que no Brasil nasça uma em cada 650
crianças com a doença (dados da Organização Mundial da Saúde). Quando não reparadas, as fissuras
acarretam graves problemas, tanto físicos, quanto psicológicos, gerando isolamento social da criança
inclusive por parte da família. Fissuras podem ser identificadas a partir do terceiro mês por meio do exame
com ultrassom. Acredita-se que a principal causa da fissura seja multifatorial. Uso de álcool e tabaco durante
a gravidez, exposição à radiação também estão entre os fatores de risco. Considerando as fissuras
labiopalatinas, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I. Os distúrbios de fala do paciente com fissura surgem desde o nascimento, continuam durante o processo
de aquisição e desenvolvimento da linguagem e podem permanecer após a correção cirúrgica da
insuficiência velofaríngea.
II. A cirurgia promove uma correção estrutural e não funcional, devendo assim ter a participação de um
fonoaudiólogo na equipe multidisciplinar para adaptar o individuo à nova condição de fala após a
cirurgia.
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