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#3543071

Paciente masculino, 65 anos, ex-tabagista (40 anos-maço), apresenta tosse crónica produtiva há 5 anos, com expectoração esbranquiçada, principalmente pela manhã. Relata dispneia progressiva nos últimos 2 anos, inicialmente apenas aos grandes esforços, mas agora também ao caminhar curtas distâncias. Teve várias exacerbações nos últimos meses, necessitando de tratamento com antibióticos e corticoides orais. Nega febre ou dores torácicas. História de hospitalizações por infeções respiratórias. Não apresenta comorbidades significativas, mas refere dificuldade em realizar as atividades diárias devido à fadiga. Na ausculta pulmonar roncos e sibilos difusos, prolongamento do tempo expiratório, associado com tórax hiperinsuflado, aumento do diâmetro anteroposterior. Solicitada gasometria arterial com pH 7,37, PaCO2 48 mmHg, PaO2 60 mmHg e espirometria com os seguintes parâmetros: 
VEF1/CVF (Índice de Tiffeneau): 55%; VEF1: 45% do previsto; CVF: 80% do previsto; Reversibilidade com broncodilatador: Não significativa (< 12% de aumento no VEF1). Com base no quadro clínico acima marque a alternativa correta.

  • Deve-se orientar o início de oxigenioterapia de longa duração domiciliar já que paciente possui PaO2< 65 mmHg e SatO2< 95%.
  • Paciente com indicação de aumento do uso de corticoides inalatórios devido quadro de asma.
  • Deve-se contraindicar o uso de vacinas contra gripe e pneumococo, já que são de vírus vivo.
  • A VNI deve ser otimizada, principalmente se idas ao Pronto socorro, já que melhora o quadro da exacerbação da asma.
  • Deve-se otimizar o uso de terapia broncodilatadora associado com a reabilitação pulmonar neste caso de DPOC.
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