Mulher de 55 anos, com história de longa data de fenômeno de Raynaud, em tratamento de diabetes mellitus tipo 2 com metformina e glicazida, teve vários atendimentos de emergência por crises de dispneia. Em recente investigação laboratorial, foi constatado um anticorpo antinuclear positivo 1/640. Paciente sem história de fotossensibilidade, pleurisia ou doença renal. No exame físico, apresenta telangiectasias pequenas nas pontas dos dedos e esclerodactilia. Paciente tem novo episódio de dispneia, D-dímero elevado e cintilografia ventilação/perfusão com mismatch. Qual o diagnóstico mais provável para este caso?
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