Considere o poema abaixo para responder à questão.
“Mais que todos deserdamos
deste nosso oblíquo modo
um menino inda não nado
(e melhor não fora nado)
que de nada lhe daremos
sua parte de nonada
e que nada, porém nada
o há de ter desenganado.”
(Carlos Drummond de Andrade, “Os bens e o sangue”, em
CLARO ENIGMA, Rio de Janeiro, Nova Aguilar, 1992, p.
230) Sobre o emprego do vocábulo “nado” na estrofe acima é
correto afirmar que
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