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#3330161

Durante um exame de checkup anual, Pedro, de cinquenta anos de idade, teve sua pressão arterial aferida em 220x110 mmHg. Julia, interna do sexto ano de medicina, que estava conduzindo o atendimento, ficou assustada com o nível pressórico, apesar de Pedro reforçar que estava bem. Ela levou o caso para discussão com seu preceptor e aventou a hipótese de ser um feocromocitoma.

Com base nessa situação hipotética, assinale a alternativa que apresenta corretamente a explicação do preceptor, após escutar a hipótese diagnóstica de Júlia.

  • “Julia, em geral, feocromocitomas não se apresentam com níveis pressóricos tão elevados assim. Devemos considerar esse caso uma emergência hipertensiva e encaminhar o paciente para o PS.”
  • “Julia, parabéns por pensar em feocromocitoma. Acredito que essa seja a principal hipótese diagnóstica do caso e devemos solicitar, com urgência, metanefrinas plasmáticas antes de começar o tratamento.”
  • “Julia, parabéns por se lembrar de feocromocitoma como uma possibilidade. Devemos organizar nosso raciocínio clínico pelas hipóteses mais graves e mais prevalentes, como HAS estágio III descompensada e pseudocrise hipertensiva, sem deixar de pensar em causas secundárias.”
  • “Julia, feocromocitoma não é uma possibilidade nesse caso, pois, como o paciente apresenta PA sistólica maior que 180 mmHg, devemos excluir emergência hipertensiva.”
  • “Julia, feocromocitoma é uma causa de hipertensão secundária. Devemos excluir causas primárias de hipertensão antes de pensarmos em causas secundárias na investigação diagnóstica. Assim, é melhor solicitarmos umholterde 24 horas antes de começarmos o tratamento e, só depois, pensar em pedir as metanefrinas plasmáticas.”
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