A clareza e a precisão no discurso revelam-se como fatores
primordiais na comunicação oficial. Para tanto, há que se
observar que antes de tudo o texto precisa estar claro,
retratado por uma linguagem simples, porém culta. Sendo
assim, algumas dicas são bastante eficazes, tendo em vista
os recorrentes “desvios”, como as redundâncias, os chavões,
as expressões em desuso, entre outros fatores, que acabam
interferindo de forma direta na qualidade da mensagem.
Leia as afirmativas a seguir.
I. Fica dispensado o emprego do superlativo ilustríssimo
para as autoridades que recebem o tratamento de
Vossa Senhoria e para particulares. É suficiente o uso do
pronome de tratamento Senhor.
II. Em comunicações oficiais, está abolido o uso do
tratamento digníssimo (DD) às autoridades do Poder
Executivo, sendo permitido o seu emprego para
autoridades do Poder Legislativo e Judiciário.
III. Na conclusão, em que é reafirmada ou simplesmente
reapresentada a posição recomendada sobre o assunto,
é preferível “Concluímos que...” em vez de “Chegamos a
uma conclusão que...”.
Está correto o que se afirma em:
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