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#3524798

O Brasil tem sido pioneiro na investigação de eventos adversos pós-vacinação e o Programa Nacional de Imunizações vem realizando um trabalho intenso no sentido de investigar e elucidar todos os casos suspeitos de eventos adversos, oferecendo esclarecimentos à população e, dessa forma, mantendo a credibilidade do programa. A vacina penta é aplicada aos 2, 4 e 6 meses de idade. Os reforços e/ou complementação de esquema em crianças a partir de 1 ano são realizados com a vacina adsorvida difteria, tétano e pertússis (DTP).

Em relação aos seus eventos adversos pós vacinais, é possível afirmar, EXCETO:

  • Pode ocorrer, geralmente, nas primeiras 48h a 72h que se seguem à aplicação da vacina, sendo o componente pertússis o principal responsável por essas reações indesejáveis.
  • As manifestações locais (vermelhidão, calor, endurecimento e edema, acompanhados ou não de dor, pouco intensos e restritos ao local da aplicação) após a vacina DTP ou vacinas combinadas que a contêm não são frequentes.
  • Febre baixa a moderada pode ser frequente (4,1% a 58,8%), principalmente na primeira dose e nas primeiras 24h (habitualmente entre 3h e 12h) depois da administração da vacina.
  • Sonolência prolongada pode ocorrer (28% a 48,8%) após qualquer dose do esquema, manifestando se habitualmente nas primeiras 24h, podendo persistir por até 72h.
  • Descrito em 1,1% a 7,8% dos vacinados com a vacina penta. O prognóstico é bom, tomando-se cuidado para evitar broncoaspiração.
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