De acordo com o Manual de Redação da
Presidência da República (3ª edição), a clareza deve
ser a qualidade básica de todo texto oficial. Pode-se
definir como claro aquele texto que possibilita
imediata compreensão pelo leitor. Não se concebe
que um documento oficial ou um ato normativo de
qualquer natureza seja redigido de forma obscura,
que dificulte ou impossibilite sua compreensão. A
transparência é requisito do próprio Estado de
Direito: é inaceitável que um texto oficial ou um ato
normativo não seja entendido pelos cidadãos.
Para a obtenção de clareza, sugere-se:
I. Utilizar palavras e expressões simples, em seu sentido
comum, salvo quando o texto versar sobre assunto
técnico, hipótese em que se utilizará nomenclatura própria
da área;
II. Usar frases complexas, bem estruturadas; apresentar as
orações na ordem direta e optar por intercalações
excessivas. Em certas ocasiões, para evitar ambiguidade,
sugere-se a adoção da ordem inversa da oração;
III. Buscar a uniformidade do tempo verbal em todo o texto;
IV. Utilizar regionalismos e neologismos apenas quando
indispensáveis, em razão de serem designações ou
expressões de uso já consagrado. Nesse caso, grafe-os
em itálico;
V. Pontuar adequadamente o texto;
VI. Não utilizar palavras e expressões em outro idioma em
nenhuma hipótese.
Assinale a alternativa CORRETA:
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