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#2256367
Texto da Questão:

Atenção: Para responder à questão, considere o caso hipotético abaixo. 

    Juliana é professora da rede pública de educação há 25 anos e, após solicitação do otorrinolaringologista, procurou atendimento fonoaudiológico. Ela relatou que sua voz mudou ao longo dos anos de docência, já não consegue mais falar sem apresentar alguma alteração vocal ao longo da semana e atribui isso ao esforço para dar aulas em condições inadequadas. Na avaliação vocal, a emissão das fricativas /s/ e /z/ apresentou tempo total de fonação inferior a 11 segundos. E a relação entre as duas fricativas ( s/z ) ficou acima de 1,3.

A avaliação otorrinolaringológica havia apontado lesão bilateral nas pregas vocais. Após alguns meses de terapia, foi solicitada nova avaliação com exame de imagem que apontou redução unilateral da lesão. Trata-se, possivelmente de um quadro de

  • nódulo que causou lesão contralateral. Há grande possibilidade de mudança com o trabalho fonoaudiológico.
  • cisto, a diminuição da lesão contralateral indica que o trabalho fonoaudiológico deve continuar para que a lesão remanescente também regrida.
  • granuloma que havia causado lesão contralateral. A intervenção deve ser cirúrgica, uma vez que esta lesão não regride com o trabalho fonoaudiológico.
  • sulco, de origem congênita, que causou lesão contralateral. Há pouca possibilidade de mudança com o trabalho fonoaudiológico e a paciente deve ser encaminhada para cirurgia.
  • cisto, a diminuição da lesão contralateral é um forte indício disso. O trabalho fonoaudiológico deve continuar e avaliar o impacto do cisto, bem como a necessidade ou não de cirurgia.
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