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#1952435
Texto da Questão:

Leia o texto e responda à questão. EDITORIAL: Cadê a Vacina?

Nos últimos tempos, negar fatos e evidências tornou- se um comportamento corriqueiro no Brasil e no mundo, como uma espécie de resposta da hipocrisia instaurada em relação à pandemia da Covid-19, na insistência de algumas pessoas em viver suas vidas como se nada estivesse acontecendo. Não se têm mais dúvidas que, em parte, a gravidade da doença, com um número trágico de contaminados e de óbitos no país, deve-se ao comportamento de adeptos ao negacionismo. Com a chegada da vacina, ainda a conta-gotas, as consequências dessa negação parecem ficar mais evidentes. Discursos antivacinas não faltam, sobretudo, nas redes sociais.

Cientistas de vários países passaram meses estudando uma fórmula, em tempo recorde, que salvasse vidas e diminuísse o impacto da contaminação do coronavírus. E quando finalmente a sonhada vacina está entre nós, um número significativo de pessoas questiona sua eficácia e, não apenas isso, afirma que a pandemia não é perigosa como a imprensa noticia. Além disso, os próprios órgãos governamentais perderam a oportunidade de se prepararem com antecedência para um plano de vacinação mais amplo.

Antes mesmo que a vacina contra a Covid-19 fosse testada, o movimento antivacina brasileiro já vinha dando seus sinais. Em 2019, por exemplo, casos de sarampo voltaram a ser notificados e, em 2016, o número de crianças vacinadas contra a poliomielite (paralisia infantil) ficou abaixo da média, fato que não ocorria desde 1990. Os adeptos do movimento antivacina demonstram uma descrença absurda na ciência e alegam que a vacina coloca em risco sua saúde como justificativa para não se proteger. Teorias de que chips seriam implantados através da vacina para monitorar as pessoas circulam pela internet e o que mais espanta é a quantidade de pessoas que acreditam nessa ideia absurda, mesmo em um mundo com tanto acesso à informação como o que vivemos. É no mínimo assustador observar que nos dias de hoje essas teorias, sem o menor fundamento, ganham mais força que aquelas comprovadas e defendidas por profissionais qualificados e especialistas, que dedicam sua vida às pesquisas e a soluções para os problemas de saúde pública.

Adaptado de: O CONSOANTE, 2021.Disponível em: http://oconsoante.com.br/2021/02/05/editorial- cade-a- vacina/

Ainda sobre a expressão a conta-gotas” é CORRETO afirmar que:

  • Trata-se do uso da linguagem literal, pois expressa exatamente a opinião dos autores.
  • Trata-se de uma linguagem literal, uma vez que o objeto conta-gotas está diretamente ligado ao campo semânticoda saúde, que é o assunto do texto.
  • Trata-se do uso de uma linguagem figurada para representar que a distribuição da vacina está devagar, característica do objeto conta-gotas.
  • Trata-se de uma linguagem figurada pois a vacinação não tem nenhuma relação com o objeto conta-gotas dentro do texto.
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