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#3011269

“A realização de práticas simples de manejo do rebanho ovino pode propiciar um controle eficiente de vermes gastrintestinais nos animais, associando ganho de peso com redução de gastos com vermífugos. O controle parasitário está sendo visto de uma forma mais realista, em que a manutenção de uma população parasitária baixa é desejável, diante do perigo do estabelecimento da resistência quando se objetiva a eliminação completa dos vermes dos ovinos.” 

CHAGAS, A. C. S. et al. Ovinocultura: controle da verminose, mineralização, reprodução e cruzamentos na Embrapa Pecuária Sudeste. São Carlos: Embrapa Pecuária Sudeste, 2007. 44 p. (Documentos, 65). Adaptado.

Em relação ao manejo sanitário de controle de verminoses em ovinos, é correto afirmar:

  • O rebanho deve receber vermifugação de forma constante para aumentar a exposição dos animais aos vermífugos, sendo as técnicas de OPG e Método Famacha de caráter apenas complementar.
  • Deve-se procurar a rotação frequente de vermífugos com diferentes princípios ativos.
  • O tipo e o manejo de pastagem são também aspectos importantes a serem observados pelos produtores, que devem combinar espécies de forrageiras com melhor valor nutritivo, mais adaptadas à região e que não favoreçam o desenvolvimento das larvas de helmintos.
  • OHaemonchus contortus é considerado um parasita gastrintestinal de menor relevância dos ovinos, devido a suas características de baixa patogenicidade.
  • A utilização de um sistema racional de rotação de piquetes contribui para o aumento da população de larvas viáveis e consequente incremento na taxa de infecção dos animais.
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