Paciente de 76 anos iniciou há 10 dias com quadro de dor abdominal e constipação, intercalados com diarreia
paroxística. Evoluiu nas últimas 48 horas com sonolência e febre aferida. Na admissão hospitalar, foi iniciada
antibioticoterapia com cefitriaxona e metronidazol, e realizada expansão volêmica inicial, com necessidade de
noradrenalina em baixas doses por hipotensão refratária. Na tomografia de abdome, há evidência de vários focos de
diverticulite complicada com líquido livre organizado. Ao admitir essa paciente na UTI, 24 horas após, o plantonista
solicita exames laboratoriais que evidenciam, além da leucocitose com desvio nuclear à esquerda e PCR elevada,
aumento de lactato de 2,3 para 4,0 (comparando com o exame de admissão hospitalar). Ao exame físico, apesar de
pressão arterial média > 70 mmHg, com a droga vasoativa, apresenta tempo de enchimento capilar alargado (> 3
segundos) e extremidades frias. Para melhora microperfusional e controle da sepse neste momento, qual é a conduta
mais adequada?
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