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#3554126

 “Cerca de 20% a 25% dos povos possuíam escravos. E o padrão básico era significativa parcela de pequenos proprietários, sendo em grande número os plantéis unitários. Normalmente a moda na posse de escravos entre os proprietários era um. Estes plantéis unitários e mesmo aqueles com dois ou três escravos talvez se aproximassem muito dos não-proprietários; ao menos em termos econômicos, talvez não de posição social. Possuir escravos representava um importante símbolo de status social. Eram raros os grandes proprietários. Isso foi visto em nossos trabalhos sobre Minas Gerais, publicados no início da década de oitenta. Naquela oportunidade os resultados nos surpreenderam; depois se reproduziram em outros trabalhos sobre Minas Gerais e outras áreas do território. Mesmo no Nordeste açucareiro, exceto nas áreas diretamente envolvidas com a própria produção de açúcar, o autor que profundamente estudou essa região, chamou a atenção para o reduzido tamanho do plantel médio. Entre milhares de proprietários estudados por nós em Minas Gerais e São Paulo, até 1836, poucas dezenas de senhores possuíam mais de cem escravos.” (LUNA, Francisco Vidal. São Paulo: População, Atividades e Posse de Escravos em Vinte e Cinco Localidades - (1777-1829). Estudos Econômicos (São Paulo). V. 28, Nº1, 1998, p. 106). Considerando os seus conhecimentos sobre o Escravismo no Brasil Imperial, assinale a alternativa incorreta. 

  • O abolicionismo ganhou força em nosso país a partir da década de 1870, mas um ponto de partida importante a ser considerado foi a proibição do tráfico negreiro, que aconteceu por meio da Lei Eusébio de Queirós, em 1850.
  • Os escravos também atuaram na desestabilização da escravidão e realizavam fugas em massa, ou fugas individuais, formavam quilombos que se tornavam centros de resistência.
  • Em 28 de setembro 1871, a Lei do Ventre Livre foi sancionada, garantindo que os filhos de escravos, nascidos a partir daquela data, não poderiam ser mantidos em cativeiros. No ano de 1885 foi promulgada a Lei dos Sexagenários, que garantia liberdade aos escravos com mais de 60 anos.
  • Em 1845 o Parlamento Inglês aprovou uma lei que proibia o tráfico de escravos e autorizava os ingleses abordarem e aprisionarem navios de países que continuassem com a prática, como o Brasil era parceiro dos ingleses, no mesmo ano foi aprovada e sancionada no Brasil, a Lei Eusébio de Queirós, que proibia o tráfico negreiro no país.
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