No Plano Nacional de Promoção, Proteção e Defesa
do Direito de Crianças e Adolescentes à Convivência
Familiar e Comunitária, em estudo sobre o
acolhimento institucional, autoras apontam que
grande parte das famílias de crianças e adolescentes
institucionalizados são predominantemente
monoparentais e chefiadas pela mulher, as quais
possuem uma história marcada pela exclusão social,
migração e ruptura de vínculos afetivos. Vivências de
“desenraizamento familiar e social” significativos,
que as impedem de recorrer para encontrar apoio
ao desempenho de suas funções de cuidado e
proteção à criança e ao adolescente. Para estas
famílias, em especial, o acesso a uma rede de
serviços potencializada e integrada torna-se
fundamental para a superação de suas
vulnerabilidades. Diante disso, observa-se que
famílias de crianças e adolescentes
institucionalizados geralmente:
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