No cinema, as representações de Octaviano/Augusto tendem a
recuperar e confirmar este tipo de episódios retratados na
cultura e nas artes, a partir de visões literárias e pictóricas
compostas em torno dos amores de Marco Antônio e de
Cleópatra, remetendo invariavelmente a história de Augusto
para segundo plano. [...]. É preciso não descurar este aspecto
fundamental: o que chegou ao cinema e à televisão é o
resultado de ficções e/ou mitos fundados e forjados inicialmente
pela própria Cultura Clássica.
MENDES, Elsa Maria Carneiro. Narrativas audiovisuais sobre a Antiguidade
Clássica: a representação do Imperador Augusto no cinema e na TV.
ICONO14, Julio-diciembre, 2019, Volumen 17, Nº 2, p. 63.
Sobre a reprodução de imagens da Antiguidade na cultura
histórica do tempo presente, o excerto evidencia que os
mitos são
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