Por outro lado, conceber a língua como uma estrutura plástica,
maleável, dependente dos falantes reais e das interações
socioculturais, que apresenta variações linguísticas regionais,
sociais, etárias, de gênero, etc, ainda que haja muitos
elementos lexicais, fonéticos e gramaticais estáveis e comuns
às variedades de uma língua, implica questionar a
epistemologia colonialista, valorizando a pluralidade e os
diferentes modos de ser, conhecer e produzir conhecimento dos
sujeitos.