“A personalidade não é o ‘eu’ enquanto diferente
dos outros ‘eus’ e refratário à socialização, mas é o
indivíduo se submetendo voluntariamente às
normas de reciprocidade e de universalidade. Como
tal, longe de estar à margem da sociedade, a
personalidade constitui o produto mais refinado da
socialização. Com efeito, é na medida em que o ‘eu’
renuncia a si mesmo para inserir seu ponto de vista
próprio entre os outros e se curvar assim às regras
da reciprocidade, que o indivíduo torna-se
personalidade [...]” O texto faz parte dos
pressupostos de
Autenticação
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