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#3476927

Guilherme, 5 anos, é trazido ao consultório pela avó, que relata a presença de uma “bolinha” no umbigo desde o nascimento. Ela comenta que foi orientada a esperar, pois o problema poderia se resolver espontaneamente. No entanto, a hérnia persiste até hoje. A avó relata que Guilherme não sente dor, mas a protrusão fica mais evidente quando ele tosse ou faz esforço físico. Não há sinais de vermelhidão, aumento de temperatura local ou outras alterações. Ao exame físico, observa-se uma hérnia umbilical de, aproximadamente, 2 cm de diâmetro, redutível, sem sinais de encarceramento ou inflamação. Guilherme está em boas condições gerais, com desenvolvimento físico e neurológico adequado para a idade. A avó está preocupada e pergunta se é necessário operar e quais seriam os riscos de não tratar a hérnia. Considerando o caso clínico hipotético, assinale, a seguir, a correta indicação de tratamento cirúrgico para hérnia umbilical nesta situação.

  • Apenas em casos de dor ou encarceramento.
  • Somente se houver crescimento progressivo da hérnia após os 5 anos.
  • Devido à persistência da hérnia após os 3-4 anos de idade, é necessário intervir cirurgicamente.
  • Devido ao diâmetro da hérnia ser maior que 1,5 cm, mesmo sem sintomas, é necessária intervenção cirúrgica.
  • Não há necessidade de tratamento cirúrgico; deve-se aguardar até os 7 anos para avaliar se a hérnia se resolverá espontaneamente.
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