Guilherme, 5 anos, é trazido ao consultório pela avó, que relata a presença de uma “bolinha” no umbigo desde o nascimento.
Ela comenta que foi orientada a esperar, pois o problema poderia se resolver espontaneamente. No entanto, a hérnia persiste
até hoje. A avó relata que Guilherme não sente dor, mas a protrusão fica mais evidente quando ele tosse ou faz esforço físico.
Não há sinais de vermelhidão, aumento de temperatura local ou outras alterações. Ao exame físico, observa-se uma hérnia
umbilical de, aproximadamente, 2 cm de diâmetro, redutível, sem sinais de encarceramento ou inflamação. Guilherme está em
boas condições gerais, com desenvolvimento físico e neurológico adequado para a idade. A avó está preocupada e pergunta se
é necessário operar e quais seriam os riscos de não tratar a hérnia. Considerando o caso clínico hipotético, assinale, a seguir, a
correta indicação de tratamento cirúrgico para hérnia umbilical nesta situação.
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