As diretrizes concernentes à formação dos professores (Brasil, 1999) assinalam que uma educação de “qualidade” deve desenvolver,
nos aprendizes, diferentes capacidades “cognitivas, afetivas, físicas, éticas, estéticas, de inserção social e de relação interpessoal”
(p. 25). E, ainda, os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) (Brasil, 1997) constituem, também, uma referência ao currículo do ensino
fundamental. Esse currículo visa ao desenvolvimento de capacidades “de relações interpessoais, cognitivas, afetivas, éticas,
estéticas, para que o aluno possa dialogar de maneira adequada com a comunidade, aprenda a respeitar e a ser respeitado, a
escutar e ser escutado, a reivindicar seus direitos e a cumprir seus deveres”.
(Brasil, 1997, p. 46.)
A dimensão afetiva deve estar inserida na aprendizagem escolar e nos seus relacionamentos. Importantes teóricos da psicologia
e educação, a exemplo de Vygotsky, Wallon, Piaget, dentre outros, produziram conhecimentos relevantes acerca da afetividade
como parte integrante na constituição do sujeito. Wallon trouxe uma respeitosa contribuição não só para os estudos de
aprendizagem, mas também para o entendimento da dinâmica vivencial do ser humano no processo de constituição da sua
personalidade. Sobre o exposto e a importância da afetividade na relação aluno-professor para a construção do ser humano,
investigando o afeto e a autoestima no processo da aprendizagem, considerando, ainda, a teoria e Wallon, todas as afirmativas
estão coerentes, a EXCEÇÃO de uma; assinale-a.
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