Milton Santos (2000) inicia a discussão da “globalização como fábula” a partir de um argumento de Maria da Conceição Tavares (1999), afirmando que “este mundo globalizado, visto como fábula, erige como verdades um certo número de fantasias,
cuja repetição, entretanto, acaba por se tornar uma base aparentemente sólida de sua interpretação”. (...) Para Santos, “a
máquina ideológica que sustenta as ações preponderantes na atualidade é feita de peças que se alimentam mutuamente e
põem em movimento os elementos essenciais à continuidade do sistema”. São exemplos da concepção miltoniana da globalização como fábula, as seguintes concepções, EXCETO:
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