A inclusão em parafina baseia-se em transferir, com o auxílio de uma
pinça previamente aquecida, os tecidos que foram anteriormente
infiltrados em parafina para o interior de um molde que, também, já
contém parafina líquida com a superfície a ser seccionada voltada
para baixo. A parafina é o meio mais utilizada no procedimento de
inclusão, porque, além do fácil manuseio e bons resultados, é
quimicamente inerte e solúvel em diversos solventes orgânicos,
possui baixo ponto de fusão; por isso, solidifica em poucos minutos
e preenche os lugares anteriormente ocupados pela água. Todo esse processo resulta na confecção de um bloco de parafina
que contém, em seu interior, o espécime a ser analisado. Com
relação aos corretos procedimentos que devem ser executados
durante a inclusão em parafina, analise as afirmativas a seguir: I. Os fragmentos devem ser colocados na parafina enquanto
aquecidos, evitando-se a formação de bolhas de ar em torno
deles. Após o resfriamento, os blocos de parafina com o material
incluído serão obtidos.
II. A orientação dos fragmentos de órgãos no molde é um processo
importante na confecção dos cortes e análise dos tecidos.
Pequenos fragmentos de tecidos, por exemplo, devem ser
incluídos paralelamente, enquanto fragmentos alongados são
orientados no sentido transversal do seu tecido de origem.
III. Depois de retirado da parafina de infiltração, deve-se aguardar
que o fragmento de tecido esfrie. Só então, depois de frio, esse
fragmento deve ser imerso na parafina de inclusão.
Assinale
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