As curvas de polarização se constituem em uma ferramenta
fundamental para o estudo do comportamento de corrosão dos
materiais. Essas curvas são obtidas com auxílio de um potenciostato,
equipamento que impõe um potencial ao eletrodo de trabalho em
relação a um eletrodo de referência e registra a corrente gerada
entre o eletrodo de trabalho e um contraeletrodo construído de
material inerte. Todo esse conjunto se encontra imerso num
eletrólito, no qual se deseja estudar o comportamento de corrosão
do material. Assim considerando os componentes de um
potenciostato e de uma célula eletroquímica usados na obtenção de
curvas de polarização, classifique as afirmativas abaixo em
verdadeira (V) ou falsa (F).
( ) Eletrodos de referência estão disponíveis
comercialmente, sendo constituídos de sistemas com
potencial estável, reprodutível e, na maioria das vezes, de
fácil manutenção.
( ) O contraeletrodo é constituído de um material inerte e
que tenha boas condições para que reações
eletroquímicas envolvendo espécies iônicas e gasosas
possam ocorrer com cinética rápida, evitando problemas
de polarização. Os contraeletrodos mais comuns são de
platina e grafite.
( ) A única metodologia de construção de um eletrodo de
trabalho consiste em embutir a amostra do material que
se pretende estudar em resina. O embutimento deve
prover uma área bem definida exposta à solução, com o
eletrodo devendo apresentar frestas na região de contato
com a resina, de modo a intensificar o fluxo de elétrons
no eletrolito.
( ) Adicionalmente, o material embutido deve ter um
contato elétrico que irá ser conectado a um dos terminais
do potenciostato. Uma das metodologias de prover este
contato elétrico consiste em soldar um fio condutor na
parte anterior do eletrodo de trabalho depois do
processo de embutimento, ficando o contato elétrico
exposto à solução para melhor intensificar a aquisição do
sinal nos resultados obtidos.
As afirmativas são, respectivamente,