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#3256156

Paciente masculino, 45 anos, é admitido em hospital terciário devido a dispneia. Apresenta como comorbidades câncer de pulmão oat cells, em tratamento com quimioterapia, sendo último ciclo de quimioterapia há 7 dias. Caracteriza seu sintoma como dispneia de piora progressiva, piora ao decúbito. Associado ao quadro, relata edema de membros superiores e cefaleia. Ao exame físico: Geral: REG, hipocorado +/4+, desidratado +/4+, anictérico, acianótico. AP: Murmúrio vesicular presente, SatO2: 85% aa; FR: 30rpm. ACV: 2 bulhas normofonéticas, turgência jugular. Presença de veias colaterais em tórax. Abdome: fígado palpável 2cm abaixo do rebordo costal, doloroso a palpação. MMII: sem edema. MMSS: presença de edema 3+/4+, pulsos presentes e simétricos, com boa perfusão periférica, Mottling score zero. Face: edema facial. No contexto de emergência oncológica, qual é a principal hipótese diagnóstica e a condução do caso?

  • Síndrome da Veia Cava: preservação de via aérea e oxigenioterapia, cabeceira elevada, diureticoterapia.
  • Síndrome da Veia Cava: dose de ataque com dexatemasona 10mg endovenoso.
  • Edema Agudo de Pulmão por excesso de volume da quimioterapia: preservação de via aérea, diureticoterapia, vasodilatação se pressão arterial permissiva.
  • Edema Agudo de Pulmão por excesso de volume da quimioterapia: infusão de antídoto para quimioterápico.
  • Cardiotoxicidade decorrente da quimioterapia, desencadeando clínica sugestiva de insuficiência cardíaca aguda perfil C.
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