Na região semiárida do Nordeste brasileiro, empreendimentos
turísticos e imobiliários ameaçam um sítio fossilífero de alta
relevância científica. Estudos apontam a ocorrência de uma
assembleia fossilífera na região, com fósseis de troncos, folhas
e peixes de água doce do Cretáceo Inferior, evidenciando
conexões biogeográficas com a África. A comunidade local
está dividida entre as promessas de desenvolvimento e
os riscos de descaracterização do território. Com a coleta
ilegal de fósseis e as denúncias de comércio externo, o caso
ganhou repercussão nacional e levou à atuação do Ministério
Público Federal. A situação evidenciou fragilidades legais
e gerou mobilização de escolas e universidades em defesa
do patrimônio paleontológico. Nesse cenário, um professor
de Biologia elaborou uma sequência didática envolvendo
diferentes linguagens e tecnologias, visando a preservação
do patrimônio fossilífero.
A atividade coerente com a estratégia do professor propõe
um jogo
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