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#3431707

Uma criança de 2 meses de idade é levada à Unidade Básica de Saúde (UBS) para a consulta de puericultura. Durante a avaliação, o enfermeiro observa que:
• A caderneta de vacinação está incompleta, indicando que a criança não recebeu nenhuma vacina desde o nascimento.
• A mãe relata um episódio de icterícia neonatal tratada com fototerapia e informa que a criança nasceu prematura, com 34 semanas de idade.
• No exame físico, a criança apresenta peso de 4.100 g, comprimento de 52 cm e perímetro cefálico de 35 cm, sem sinais de infecção ou outras alterações aparentes.
Com base nas diretrizes do Programa Nacional de Imunizações (PNI) e nas condições clínicas da criança, qual deve ser a conduta do enfermeiro? 

  • Atualizar imediatamente a caderneta vacinal, administrando as vacinas atrasadas (BCG e Hepatite B) e as vacinas indicadas para 2 meses (Pentavalente, VIP, Pneumocócica 10-valente e Rotavírus), desde que não haja contraindicações.
  • Suspender a aplicação da vacina BCG devido à prematuridade da criança e administrar apenas as vacinas Hepatite B, Pentavalente, VIP, Pneumocócica 10-valente e Rotavírus.
  • Realizar apenas a administração das vacinas de 2 meses, orientando os responsáveis sobre a irreversibilidade da perda das vacinas atrasadas, devido ao período neonatal já ter sido ultrapassado.
  • Adiar a administração da vacina BCG devido ao histórico de icterícia neonatal e avaliar a imunização com um pediatra antes de completar o esquema vacinal atrasado.
  • Atualizar o calendário vacinal aplicando as vacinas BCG e Hepatite B, mas adiar a administração das vacinas de 2 meses até que a criança atinja 5.000 g, devido ao risco de reações adversas nos prematuros.
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