“Em 1709, por exemplo, José da Cunha Deça face à morte de
boa parte de seus escravos africanos, quando não fugiam
pelas matas, havia requerido à Coroa e obtido a devida
autorização régia para “resgatar” 120 cativos índios nos
sertões da Amazônia, além da preferência para a aquisição de
20 negros que viessem no primeiro navio, que os trouxesse
por conta da fazenda real, caso contrário seus “copiosos
canaviais”, em seu engenho no distrito de Belém, haviam de
ficar inaproveitáveis.”
(BEZERRA NETO, José Maia. Escravidão Negra no Grão-Pará (sécs. XVII-XIX). Belém: Paka-Tatu, 2001. pág 23)
O tema da escravidão se configura como algo instigante entre
os historiadores que se dedicam ao estudo da região
amazônica. O trecho descrito acima deixa claro a ideia de
que:
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