Doce da Amazônia: Coca-Cola usa açúcar da
floresta e dá novo sabor à vida de 22 mil pessoas.
“A Coca-Cola que dois milhões de pessoas vão beber
durante as Olimpíadas, no outro lado do mundo, tem o
gostinho da Amazônia”. Uma usina encravada na
floresta, numa paisagem rodeada de igarapés, produz o
açúcar que adoça o refrigerante mais vendido em todo o
País e que sai daqui para a Austrália. No caminho do
território da onça-pintada à terra dos cangurus, o
produto da Usina Jayoro ajuda a dar um sabor diferente
à vida dos moradores da pequena Presidente
Figueiredo, a 107 quilômetros de Manaus. No município,
de 22 mil habitantes, dos quais apenas sete mil vivem
na área urbana, a produção de 16 mil toneladas de
açúcar por um ano, num canavial de 590 quilômetros
quadrados, é sinônimo de mais de dois mil empregos
diretos e indiretos.
Em consequência, o distrito-sede tem todas as ruas
asfaltadas e sobram vagas nas escolas. 'A usina
funciona como um programa social para o município. Os
empregos gerados por ela ajudaram até a diminuir os
índices de alcoolismo e de divórcios entre a população',
afirma o prefeito de Presidente Figueiredo, Fernando
Vieira. 'Além disso, o empreendimento abre portas para
que outras agroindústrias se instalem por aqui´”
IstoÉ, 30 ago. 2000.
Na passagem: “'Além disso, o empreendimento abre
portas para que outras agroindústrias se instalem por
aqui´”, a locução além de poderia ser substituída por
qual termo abaixo sem prejuízo ao sentido do
enunciado:
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