Estudos demonstram que, para que meninas
desenvolvam o Transtorno do Espectro Autista (TEA), é
necessário uma carga genética mais significativa ou
variantes genéticas com impactos mais severos em
comparação aos meninos. Essa constatação contribui
para a compreensão da discrepância na prevalência do
TEA entre os gêneros, observando-se que atualmente
existem aproximadamente 3 a 4 vezes mais diagnósticos
de autismo em meninos do que em meninas.
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