Terminada a Segunda Guerra Mundial, de acordo com Gertz quando escreve sobre
Neonazismo no Rio Grande do Sul:
“O clima daí decorrente estendeu-se por muitos anos, após a guerra. Por isso, parte da
população de origem alemã manteve-se arredia, retraída, e, de outro lado, continuou
sendo encarada com desdém por alguns setores da sociedade brasileira – foi o tempo em
que se falava do ‘alemão batata’.”.
GERTZ, 2012, p. 19-20) GERTZ, R. E. O Neonazismo no Rio Grande do Sul.
Porto Alegre: EDIPUCRS, 2012. p. 19-20.
Sobre as discussões acerca do Nazismo e do Neonazismo no Rio Grande do Sul, realizadas
pelo autor, afirma-se que
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