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#2148892

Uma mãe chega ao consultório odontológico com uma criança de 8 anos relatando “que um dente da frente da criança sumiu após levar uma queda na escola”. No exame clínico, observa-se que a mucosa labial na região do incisivo superior direito (11) permanente encontra-se eritematosa e edemaciada, e o que aparenta ser a borda incisal do dente pode ser vista no mesmo nível da margem. Uma radiografia revela que houve uma luxação intrusiva severa do dente 11. A imagem também sugere que não ocorreu fratura nem da coroa nem da raiz, e que o desenvolvimento radicular do dente ainda não se completou, com o ápice radicular ainda apresentando uma abertura significativa. Sobre as luxações intrusivas de dentes permanentes, considere as afirmações a seguir.


I. Todos os dentes permanentes com desenvolvimento radicular incompleto (ápice aberto) que sofrem luxação intrusiva perdem a vitalidade pulpar.

II. Dentes permanentes com o ápice radicular aberto têm uma probabilidade maior de re-erupcionar espontaneamente do que dentes com o ápice radicular fechado.

III. Em dentes permanentes com o ápice radicular fechado, o reposicionamento imediato do dente é preferível para evitar anquilose, prevenir perda do osso de suporte e permitir o acesso e a extirpação da polpa o mais rápido possível.

IV. Embora seja um procedimento menos traumático do que o reposicionamento cirúrgico, o reposicionamento ortodôntico de um dente que sofreu intrusão está associado a um maior risco de reabsorção radicular externa do osso de suporte.

V. Constatada a perda de vitalidade de um dente permanente que sofreu intrusão e que ainda apresenta o ápice aberto, a intervenção clínica indicada é a pulpotomia.


É CORRETO apenas o que se afirma em

  • II e III.
  • I e II.
  • III e IV.
  • IV e V.
  • I, III, IV e V.
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