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Nanofios orgânicos podem acelerar chips
Físicos da Universidade de Miami criaram uma molécula orgânica (que contém carbono) com baixíssima resistência à passagem de eletricidade - ou seja, permite transmiti-la com altíssima eficiência. Em seguida, eles conseguiram usar esse novo material para fazer microfios com 20 nanômetros de comprimento: um tamanho muito pequeno, mas que já seria suficiente para uso dentro de chips de computador. Os nanofios, cujo desenvolvimento levou mais de dois anos, geram menos calor do que o silício. Isso pode permitir, um dia, a criação de CPUs com maior número de circuitos (e, consequentemente, maior poder de processamento).
GARATONNI, Bruno. Nanofios orgânicos podem acelerar chips. Superinteressante. Editora Abril, São Paulo, v. 476, ano 39, n. 6, p. 15, junho de 2025.

Acerca do período ‘’Os nanofios, cujo desenvolvimento levou mais de dois anos, geram menos calor do que o silício'’, pode-se afirmar que

  • o pronome relativo "cujo" estabelece uma relação de posse entre "nanofios" e "desenvolvimento", sendo substituível por "do qual" sem prejuízo gramatical ou semântico.
  • a substituição de “cujo desenvolvimento” por “em que o desenvolvimento” manteria o sentido original, embora exija uma alteração na estrutura da oração.
  • o emprego de “cujo” exige a utilização de artigo definido anteposto ao termo “desenvolvimento” (cujo o desenvolvimento”), pois o substantivo é determinado.
  • o uso de “cujo” exige que o substantivo seguinte (“desenvolvimento”) exerça função de sujeito da oração, que é classificada como principal.
  • a oração introduzida por “cujo” é subordinada adjetiva explicativa e, por isso, está isolada por vírgulas, o que indica que todos os nanofios, não apenas alguns, passaram por tal desenvolvimento.
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