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#1939477
Texto da Questão:

Para responder à questão, leia o texto abaixo. 

Não é de hoje que algumas mulheres marcam presença na política, como Magdalena Andersson e Sanna Marin, chanceleres da Suécia e da Finlândia. As duas ganharam evidência com o pedido de adesão de seus países à OTAN, diante da invasão da Rússia na Ucrânia. Pesquisa do Fórum Econômico Mundial sobre o tema (Global Gender Gap Report), publicada anualmente, aponta países da Escandinávia no topo dos mais igualitários quanto a cargos executivos e parlamentares divididos por homens e mulheres, com o Brasil em 106º lugar, entre 156 analisados. A participação cresce em Parlamentos e alguns ministérios importantes, como das Relações Exteriores. No último encontro do G7, em 12 de maio, em Wengels (Alemanha), a presença feminina chamou atenção. Participaram ministras como a britânica Elizabeth Truss, a canadense Melanie Joly, a americana Victoria Nuland e a alemã Annalena Baerbock. E a maior líder do continente nas últimas décadas já tinha sido uma mulher: a alemã Angela Merkel, recém-aposentada. Mesmo assim, ainda há um longo caminho a percorrer. 

Denise Mirás. Revista IstoÉ. “Poder feminino no mundo: Os principais cargos de comando estão nas mãos das mulheres”. 06 de maio de 2022. Edição nº 2731.

Pode-se afirmar que um dos objetivos do texto é:  

  • Demonstrar que presença feminina é cada vez maior no cenário mundial.
  • Nomear as mulheres de menor relevância para o cenário mundial.
  • Opinar sobre a invasão da Rússia na Ucrânia a partir das personalidades femininas.
  • Apresentar os benefícios da liderança feminina no cenário mundial.
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