Cientistas testaram uma ferramenta incomum para
mapear mutações do coronavírus: um algoritmo do MIT
criado para analisar a gramática humana.
A ideia dele é pensar na sequência genética dos
vírus como um tipo de linguagem escrita. As informações
genéticas que servem como receita de bolo para criar uma
nova variante, afinal, podem ser traduzidas como um
amontoado de letras.
Quando aparecem letras estranhas no vocabulário
viral, é porque algo está errado. A tentativa do algoritmo é
exatamente essa — procurar por “erros” na sequência
genética que indiquem potenciais mutações nocivas.
Em testes feitos no MIT, o modelo acusou
corretamente a maioria das sequências mutantes — mas
também indicou vários falsos positivos. A expectativa é que,
após refinada, a ferramenta possa ser uma técnica acessória
para mapear mutações virais.
Fonte: https://super.abril.com.br (adaptado).
O vocábulo “nocivas” é classificado, gramaticalmente,
como ____, e NÃO poderia ser substituído, sob pena de
alterar o sentido expresso no texto, por _____.
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