Um homem de 58 anos, fumante de longa data, apresenta-se com tosse produtiva
crônica, dispneia progressiva e episódios recorrentes de sibilância nos últimos dois anos. Relata piora
dos sintomas com exercícios e exposição ao frio. A espirometria mostra uma redução significativa do
VEF1 (Volume Expiratório Forçado no primeiro segundo), que melhora apenas parcialmente após a
administração de um broncodilatador. Radiografia de tórax revela hiperinsuflação pulmonar, sem
evidências de consolidação. Diante deste quadro, qual é o diagnóstico mais provável e a abordagem
inicial adequada?
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