A amputação de um membro ocorre frequentemente após todas as alternativas possíveis para salvar a extremidade
acometida por uma vasculopatia, tumor, infecção ou trauma. Esse procedimento deve ser entendido não como uma
falha da medicina moderna, mas como parte do processo de reabilitação. Atualmente a indústria de próteses cresce
com novidades em relação a todos os componentes, tanto para próteses de membros inferiores, quanto para
membros superiores. No tocante aos níveis de amputação, que o paciente submetido à amputação de membro
inferior possa ser submetido, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas. ( )Lisfranc (talotarsal): geralmente, o coto evolui em deformidade equino-varo, devido à preservação da inserção do
tibial posterior e perda da inserção dos flexores dorsais.
( )Chopart (tarsometatarsal): geralmente também evolui com deformidade sendo muito frequente o equino,
resultante da perda da inserção dos flexores dorsais e, consequentemente, o predomínio do tríceps sural.
( )Boyd e Pirogoff: talectomia e artrodese do calcâneo à tíbia com demais ossos do pé amputados: tentativa de
conseguir descarga terminal com ou sem aparelho.
( )Syme (desarticulação do tornozelo): permite descarga terminal, preservando o coxim gorduroso da fáscia plantar. É
importante que se ancore a fáscia à região anterior da tíbia para evitar que haja migração posterior do coxim. Este
nível, em geral, proporciona boa qualidade do coto.
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