Os pacientes com sepse grave e choque séptico se encontram hipovolêmicos e extremamente vasodilatados. Esta é uma
hipovolemia relativa, ou seja, a vasodilatação é tamanha que o conteúdo intravascular passa a ser insuficiente para
perfundir tecidos. Nas fases iniciais, antes da reposição de fluidos, muitos pacientes apresentam dados hemodinamicamente semelhantes aos encontrados nos choques hipodinâmicos, no entanto, após a infusão de líquidos, sobrevém a
fase hiperdinâmica da doença. As primeiras 6 horas de terapia de pacientes com sepse grave e choque séptico são as
mais críticas, sendo de extrema importância a monitorização. São objetivos hemodinâmicos e de oxigenação desses
pacientes nessas primeiras 6 horas de terapia. (Considere: (PAM) pressão arterial média; (PVC) pressão venosa central; (DU) débito
urinário; e, (ScvO2) saturação venosa de 02.)
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