A síndrome compartimental aguda é uma emergência
ortopédica que, se não diagnosticada e tratada
rapidamente, pode levar a danos neuromusculares
isquêmicos irreversíveis. O diagnóstico é primariamente
clínico, mas a medição da pressão intracompartimental
pode ser um adjuvante valioso em casos duvidosos.
Acerca da fisiopatologia e do manejo desta condição,
registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as
falsas.
(__)A fisiopatologia da síndrome envolve um ciclo vicioso
no qual o aumento da pressão dentro de um
compartimento osteofascial inelástico leva à redução da
perfusão capilar, causando isquemia tecidual, que por
sua vez aumenta a permeabilidade capilar e o edema,
elevando ainda mais a pressão. (__)O sinal clínico mais precoce e confiável da síndrome
compartimental aguda é a ausência de pulsos distais,
indicando que a pressão compartimental excedeu a
pressão arterial sistólica.
(__)A dor desproporcional à lesão, descrita como
profunda, em queimação e exacerbada pela extensão
passiva dos músculos do compartimento afetado, é o
sintoma cardinal e mais sensível da síndrome
compartimental.
(__)A indicação absoluta para a fasciotomia de urgência
é baseada no diagnóstico clínico, mas em casos de
dúvida, uma pressão diferencial (pressão diastólica -
pressão intracompartimental) menor que 30 mmHg é um
forte indicador da necessidade de descompressão
cirúrgica.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a
sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
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