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#2047987

Mulher de 48 anos, com diagnóstico de esclerodermia, apresenta queixa de engasgos eventualmente com alimentos secos e regurgitação ácida frequente há 1 ano. Nega tosse, globus, perda ponderal, odinofagia, rouquidão e pirose. Foi solicitado endoscopia digestiva alta, que identificou esofagite erosiva grau B de Los Angeles. Após o resultado deste exame foi iniciado inibidor de bomba de prótons (IBP) em dose dobrada por 40 dias, todavia não houve melhora dos sintomas. Em relação à melhor conduta na condução do caso, assinale a alternativa correta.  

  • Solicitar eletromanometria esofágica convencional ou de alta resolução para avaliação de possíveis distúrbios da motilidade esofágica, como hipotensão do esfíncter inferior do esôfago e hipomotilidade do segmento distal do corpo esofágico
  • Solicitar manometria esofágica de alta resolução para documentar uma possível hipertonia do esfíncter inferior do esôfago associada à hipomotilidade/aperistalse do corpo esofágico
  • Solicitar phmetria de 24h de um canal a fim de documentar a doença do refluxo gastroesofágico, uma vez que o achado endoscópico (esofagite erosiva grau B de Los Angeles) não é suficiente para confirma este diagnóstico
  • Aumentar a dose do com posologia em jejum e antes do jantar, tendo em vista que, após o diagnóstico de esofagite erosiva de grau B de Los Angeles, não há indicação de outro exame complementar
  • Interromper o uso de inibidor de bomba de prótons por não ter apresentado resposta clínica e orientar medidas comportamentais anti-refluxo. Realizar manometria esofágica convencional ou alta resolução para indicar cirurgia de fundoplicatura
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