A depender da seriedade das implicações de
erros do Tipo-I (rejeição da hipótese nula, H0,
sendo ela verdadeira - também chamado de
“falso positivo”) opta-se à priori pelos
diferentes níveis de significância no teste de
hipóteses. Assim, nos diferentes ramos das
ciências e da atividade humana em geral se
encontram diversos valores para o nível de
significância.
Consideremos o caso da física de partículas
onde a descoberta do Bóson de Higgs, no
laboratório CERN com sede em Genebra em 4
de julho de 2012, foi emblemático. No conjunto
de dados dos experimentos ATLAS e CMS que
resultou na descoberta, a probabilidade de erro
do Tipo-I (H0: não foi detectado o Bóson de
Higgs) é de aproximadamente 1 em 3,5 milhões
de testes experimentais. O teste de hipótese
empregado neste caso é unilateral direito na
distribuição normal para o nível de
significância.
Figura: Tabela normal da probabilidade cumulativa para resultados
acima da variável reduzida, z = (Z - média)/σ. A variável z está em
unidades do desvio padrão, σ.
Utilizando a tabela normal acima, assinale a
alternativa que indica a faixa, em unidades de
desvio padrão (σ) em torno da média, que se
utilizou no teste de hipóteses para definir o
nível de significância.