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#2696344

O vírus da rubéola apresenta elevada toxicidade para tecidos embrionários, notadamente no início da embriogênese, causando a viremia materna que pode acarretar aborto, natimortalidade e infecção da placenta e ocasionando infecção embrionária persistente, que pode causar a síndrome da rubéola congênita. Acerca da rubéola na gestação, assinale a alternativa incorreta:

  • Se a infecção materna ocorre no 3amês de gestação, o risco de acometimento fetal grave é < que 30%.
  • Nas gestantes que exibem manifestações clínicas, essas são lideradas por exantema maculopapular, que surge entre duas e três semanas após o contágio, durando até 5 dias. Nesse período pode haver febrícula e adenomegalia, principalmente na região cervical.
  • A dosagem da IgM antivírus da rubéola, aferida pelo método Elisa, confirma o diagnóstico da fase aguda da rubéola; A IgM passa a ser detectável por tempo variável no soro materno, mas seu pico é em torno da 3asemana após o exantema.
  • A gestante com IgG antivírus da rubéola não reagente ou negativo indica que ela é suscetível, ou seja, não entrou em contato com o vírus da rubéola. A mesma deverá ser vacinada contra a rubéola (tríplice ou dupla viral) logo após o parto.
  • Caso a coleta do sangue tenha ocorrido até 4 dias após o início do exantema com resultado laboratorial não reagente para o anticorpo IgM, uma segunda coleta deve ser realizada entre 20 a 30 dias após a data da primeira coleta.
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