Mesmo diante dos condicionamentos históricos da
Educação Popular, esta deve se constituir como
mecanismo de resistência e de luta, sendo necessário que
se fortaleça enquanto uma contraproposta ao modelo
hegemônico de Educação e de organização social,
devendo, desse modo, se contrapor organizacionalmente
às formas de poder dominante, a fim de questionar o
modo de organização dos seres humanos e as relações
sociais que geram situações estruturais e cotidianas de
opressão. (adaptado: Israel Pacheco e Michelangelo
Marques, in: Educação Popular na Perspectiva Freiriana)
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