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#2564706

Apesar do protocolo habitual para o estudo radiológico do joelho incluir sobretudo a incidência com apoio bipodálico (BP), a literatura sugere que as radiografias efetuadas em apoio monopodálico (MP) proporcionam uma análise mais fidedigna da articulação e do grau de OA9-10. Em contrapartida, Boegård e colaboradores salientam o apoio BP como o posicionamento ideal dado que permite uma distribuição equitativa do peso corporal. Deste modo, a realização do exame em apoio MP revela-se um posicionamento menos estável, pelo que se torna bastante limitativo quando executado em pessoas de idade avançada. Além disso, requer duas exposições consecutivas à radiação ionizante. Assim, esta falta de consenso faz ressaltar a necessidade de estudos científicos que demonstrem a pertinência do apoio a utilizar na execução desta incidência. Para avaliar de que modo os diferentes tipos de apoio do membro inferior podem influenciar nas medições efetuadas a partir das imagens radiográficas e, em consequência, o diagnóstico, é necessário efetuar uma análise comparativa da influência:

  • do apoio, BP ou MP, radiografias de face AP dos joelhos, em carga, através da medição do EA e do ângulo femorotibial (ÂFT).
  • do apoio, SP ou MT, radiografias de face AMT dos joelhos, em carga, através da medição do EA e do ângulo femorotibial (ÂFT).
  • do apoio, BP ou MP, radiografias de face AP dos joelhos, em carga, através da medição do BP e do ângulo fíbulatibial (ÂFiT).
  • do apoio, BP ou MP, radiografias de face AP dos joelhos, em carga, através da medição do EA e do ângulo fíbulatibial (ÂFiT).
  • do apoio, BP ou MP, radiografias de face AMT dos joelhos, em carga, através da medição do DA e do ângulo femorotibial (ÂFT).
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