Paciente 47 anos, feminino, relata dor cervical,
intensidade 6/10, persistente há 8 meses, associada a
tensão na região de trapézio superior e elevador da
escápula bilateral, limitação leve de amplitude de
movimento para inclinação cervical e rotação a direita
e relata dificuldade para dormir. Durante a anamnese,
observa-se que a paciente acredita que “a coluna tem
alguma lesão”, evita movimentos por medo de piorar a
dor e apresenta altos níveis de ansiedade em relação
ao prognóstico. O exame físico apresenta força
muscular preservada e testes específicos para coluna
cervical negativos. Não há registro de parestesia para
membros superiores. Segundo as evidências de
diretrizes clínicas de alta qualidade para dor
musculoesquelética, qual aspecto da avaliação deve
ser priorizado?
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