Um paciente de 30 anos de idade, mecânico, casado, sem
filhos, há um mês deu entrada na unidade de terapia intensiva
(UTI) em estado grave, com quadro de apendicite supurada,
ou seja, com o apêndice inflamado rompido. A esposa do
paciente, técnica de enfermagem de outra unidade hospitalar,
relatou sentir-se culpada por não ter reconhecido os sintomas
de apendicite e solicita permanecer ao lado do paciente
durante todo o tempo da internação, em que pese a UTI não
ter ainda aderido ao programa de visita estendida, que
permitiria ampliar a participação de familiares na
recuperação de paciente interno.
Acerca desse caso clínico e dos conhecimentos correlatos,
julgue o item a seguir.
É papel da Psicologia, como integrante da equipe da
UTI, apoiar a esposa, promovendo ressignificação do
sentimento de culpa pelo não reconhecimento dos
sintomas.
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