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#2585800

O paciente M.I.G., de 22 anos de idade, foi vítima de afogamento. Foi retirado do Lago Paranoá pelos bombeiros em parada cardiorrespiratória e reanimado por 30 minutos, com retorno dos batimentos cardíacos. Está internado em UTI adulto há 15 dias, e a tomografia evidencia hipodensidade cerebral difusa compatível com lesão por asfixia. Não fechou protocolo para morte encefálica, pois falhou no teste da apneia. A família se recusa a dar consentimento para realização de gastrostomia e traqueostomia, pois “ele não iria querer essa vida”. Foi feito um acordo para a realização de extubação paliativa e obtida ordem de não reanimação. A família solicitou que fosse esperado que um padre viesse dar ao paciente a unção dos enfermos. Nessa situação, qual é a melhor conduta?

  • Informar família de que o paciente não pode continuar ocupando um leito de UTI, do qual outras pessoas necessitam. Seguir com a programação de extubação paliativa.
  • Conversar coma família e com a equipe, permitir que os rituais religiosos aconteçam e programar com a família a extubação paliativa. Oferecer o serviço de capelania do hospital, caso a família não consiga trazer o religioso que deseja.
  • Ameaçar dar alta ao paciente para a enfermaria, para que os familiares não demorem a levar o padre.
  • Dizer à família que não é possível realizar ritos religiosos dentro da UTI, pois o paciente está internado em hospital do Estado, que é laico. Seguir com a programação de extubação paliativa.
  • Dizer à família que o paciente não saberá que o ritual está acontecendo, portanto é desnecessário realizá-lo. Seguir com a programação de extubação paliativa.
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