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#3625095

Durante uma expedição científica autorizada pelo Sistema de Autorização e Informação em Biodiversidade (SISBIO) em uma unidade de conservação de proteção integral, um pesquisador encontra apenas fragmentos de um organismo, por exemplo, uma concha isolada e uma perna de aracnídeo, em uma área onde há indícios de ocorrência de espécies ameaçadas. Considerando os princípios da pesquisa zoológica, a curadoria de acervos científicos e os limites impostos pela legislação ambiental, qual deve ser a conduta mais apropriada?

  • Coletar os fragmentos apenas se puderem ser imediatamente associados a um táxon que o pesquisador reconheça, evitando o ingresso de material sem identificação em coleções oficiais, conforme boas práticas museológicas.
  • Recolher os fragmentos, catalogá-los como material testemunho e garantir que a coleta e o transporte estejam registrados conforme os termos da autorização vigente, pois evidências parciais podem conter valor taxonômico e biogeográfico.
  • Evitar a coleta de material incompleto, priorizando apenas registros fotográficos e anotações ambientais, uma vez que fragmentos sem confirmação taxonômica segura tendem a ter baixo valor curatorial e ocupam espaço de armazenamento desnecessariamente.
  • Registrar a ocorrência e georreferenciar o local para possível retorno com maior infraestrutura, pois a coleta de partes isoladas em unidades de conservação pode violar princípios éticos de não intervenção e descaracterizar o contexto ecológico.
  • Solicitar a ampliação da licença junto ao órgão ambiental responsável antes de coletar qualquer tipo de material biológico em estado fragmentário, mesmo que a autorização inclua atividades de pesquisa zoológica em campo.
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