Segundo as II Diretrizes Brasileiras de Fibrilação Atrial, publicada em 2016, a fibrilação atrial (FA) ocorre quando
anormalidades eletrofisiológicas alteram o tecido atrial e promovem formação/propagação anormal do impulso
elétrico. Muitos fatores de risco clínicos estão associados ao aumento no risco de FA e, possivelmente, participam da elevação na prevalência observada nas últimas décadas. Além dos fatores de risco clássicos [hipertensão, diabetes, doença valvar, infarto do miocárdio e insuficiência cardíaca (IC)], podemos observar novos fatores
de risco potenciais, que podem ocasionar grandes implicações no manejo clínico da FA. Entre eles, destacam-se a presença de Apneia Obstrutiva do Sono (AOS), obesidade, uso de bebidas alcoólicas, exercício físico,
história familiar e fatores genéticos. Com base nas II Diretrizes Brasileiras de Fibrilação Atrial, assinale a alternativa correta.
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