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#3702596

Um homem de 52 anos, portador de diabete melito tipo 2 mal controlado (HbA1c 9,1%), é diagnosticado com tuberculose pulmonar confirmada por baciloscopia e cultura positivas. No início do tratamento com esquema RIPE (rifampicina, isoniazida, pirazinamida e etambutol), evolui após 6 semanas com elevação progressiva das transaminases (AST 480 U/L, ALT 510 U/L), icterícia, colúria e astenia intensa. A equipe opta por suspender todas as drogas. Após 3 semanas de melhora clínica e laboratorial, considera-se a reintrodução escalonada do tratamento. Segundo protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas atualizados, qual é a conduta mais apropriada?

  • Reintroduzir as drogas em esquema escalonado, começando por rifampicina e isoniazida, avaliando função hepática, e somente depois adicionar pirazinamida, se tolerada.
  • Reiniciar o esquema completo (RIPE) de uma só vez, pois a suspensão temporária foi suficiente para resolver a hepatotoxicidade, evitando atrasos no tratamento.
  • Reiniciar com isoniazida e pirazinamida, pois a hepatotoxicidade está mais relacionada à rifampicina, que deve ser reintroduzida por último.
  • Substituir definitivamente todas as drogas hepatotóxicas (isoniazida, rifampicina e pirazinamida) por um esquema de segunda linha com fluoroquinolona, estreptomicina e etambutol.
  • Manter apenas etambutol e pirazinamida até completar 6 meses, já que apresentam menor risco de hepatotoxicidade em comparação às outras drogas do esquema.
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