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#3668772

Homem de 48 anos, hipertenso há 8 anos, em uso de losartana, anlodipino e hidroclorotiazida, mantém níveis pressóricos de 160x100 mmHg. Relata episódios recorrentes de fraqueza muscular e câimbras. Exames: K⁺ sérico 3,1 mEq/L, Na⁺ 144 mEq/L, creatinina 0,9 mg/dL. Razão aldosterona/renina (ARR) elevada, com renina suprimida e aldosterona 18 ng/dL. Após suspensão gradual dos anti-hipertensivos interferentes (exceto anlodipino), repete-se a dosagem confirmando os achados. O teste de supressão salina intravenosa demonstra aldosterona plasmática de 14 ng/dL (não suprimida). TC de adrenais mostra nódulo de 1,7 cm à esquerda. Qual é a conduta mais apropriada? 

  • Iniciar espironolactona, sem necessidade de investigação adicional, pois o nódulo adrenal define lateralização.
  • Realizar supressão com fludrocortisona para confirmar o diagnóstico, pois a prova salina tem baixa acurácia.
  • Encaminhar para adrenalectomia esquerda, pois o nódulo ≥1,5 cm confirma adenoma produtor de aldosterona.
  • Proceder a Amostragem Venosa Adrenal (AVS) para definir lateralização antes de considerar cirurgia.
  • Manter bloqueadores de canal de cálcio e acrescentar antagonista de receptor de angiotensina II, sem terapia específica para hiperaldosteronismo.
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