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#3507921

Hernández (2000) destaca que a Arte na educação precisa ser constantemente justificada, ao contrário de disciplinas tradicionalmente reconhecidas no currículo escolar. As áreas artísticas são frequentemente vistas como menos relevantes quando comparadas a outras disciplinas de garantia comprovada para conformar os elementos ideológicos para os quais a escola contribui. Tanto na Espanha quanto no Brasil, a maior parte dessas formas de racionalidade está presente na história da Arte na educação. Essa coexistência não implica hegemonia, já que diferentes racionalidades podem estar presentes simultaneamente, embora algumas sejam mais consolidadas do que outras. O autor identifica 11 tipos de racionalidade para justificar a Arte na educação. Estão entre elas, EXCETO: 

  • Histórica: utiliza como argumento a consideração de que a Arte não deve ser deixada de lado na educação transmitida na sociedade de cada época, dado que teve uma posição de permanente reconhecimento na história.
  • Forasteira: utiliza como argumento de reivindicação do papel da educação na Arte o status e a importância que essa matéria tem nos países de alta renda, aos quais se deveria tratar de imitar para estar à altura de seu meio.
  • Perceptiva: defende a necessidade de que, por meio da Arte, é possível desenvolver a percepção visual, na dupla dimensão estética e para o meio.
  • Motivacional: utiliza como argumento a ideia de que a prática da Arte aumenta a autoestima e a motivação dos alunos para se destacarem em outras disciplinas.
  • Cultural: considera que a Arte é uma manifestação cultural e os artistas realizam representações que são mediadoras de significados em cada época e cultura.
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