Hernández (2000) destaca que a Arte na educação precisa ser constantemente
justificada, ao contrário de disciplinas tradicionalmente reconhecidas no currículo escolar. As áreas
artísticas são frequentemente vistas como menos relevantes quando comparadas a outras disciplinas
de garantia comprovada para conformar os elementos ideológicos para os quais a escola contribui.
Tanto na Espanha quanto no Brasil, a maior parte dessas formas de racionalidade está presente na
história da Arte na educação. Essa coexistência não implica hegemonia, já que diferentes
racionalidades podem estar presentes simultaneamente, embora algumas sejam mais consolidadas
do que outras. O autor identifica 11 tipos de racionalidade para justificar a Arte na educação. Estão
entre elas, EXCETO:
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